
já não me apeteço pelas coisas normais
já me fazem enchergar as anormais
aquela mornidade e longevidade da vida
quiça eterna
outrora bagunçada
sinto o cheiro
aquele perfume de rosas bastardas
por vezes cítrico
por hora esgotado pelo suor.
é... restam-me as saudades... sobra-me o amor para declarar em versos...
(inacabado) como o amor.
2 comentários:
Belo poema. De amor, não melodramático.
medida certa.
dia 4 de julho Carlos Varela lançará seu novo livro, me convidou pra declamar alguns poemas meus no dia.
JURA
vc é um trovador, sabia? nossa, as vezes acho q a minha poesia perde o sentido qdo falada, a sua acontece o inverso. sua poesia foi feita pra público, pra rua. legal isso. mto legal.
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