sexta-feira, 15 de maio de 2009

Há preso em meus dedos versos
que não me saem do pensamento.
Eles estao desenhados no papel
consigo enchergá-los, mas não pegá-los.
Há saudade nestes versos
Prosa em proliferação,
Há mais música que poesia,
Há diversão em contemplação.

Já não consigo vislumbrar as cores, nem os sabores
só vejo o caminho lançado de letras
e vertentes que me fazem crer que são versos escritos
e não imaginários.

Há textura nas passagens
nos paragrafos, nas linhas
posso pegá-los.
São pagãos, visionários,
são dito à dores,
salvos e sãos por algum momento,
por outros presos e inconsequentes.
Mas estão lá em direção ao horizonte
Matando a falta que me fazem
a capacidade de escrever uma poesia.

4 comentários:

Patrícia Lage disse...

Tô com exatamente isso no pensamento...

Beijos, Rapha, amigo poeta.

Extase disse...

pasei apenas para por um ponto
final.

Anônimo disse...

minha inspiração tbm sumiu...voou pra longe. nao sei onde...

bj, Gisele

Anônimo disse...

"lutar palavras
luta vá, no entanto lutamos mal rompe a manhã"

JURA