quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Não é o céu azul
nem o seu azul,

é o meu acreditar
o bastar por acrescentar

das voltas que este universo não dá.

Não é a minha paz, nem a minha promessa,
é o laço que eu jogarei e farei você minha caça.

No meu rancho na beira do mar, ao som do luar;

No meu laço, nos meus braços, nos meus olhos:
farei o universo dar os giros que ele não sabe dar.

3 comentários:

Maria Andrade disse...

senhor das aliterações

Thaty Araujo disse...

Adoro ver a intimidade que você tem com as palavras e a leveza com que as conduz...Parabéns!

Anônimo disse...

Tem coisas que a gente lê que parecem que foram escritas destinadas a nós... Na verdade, eu leio esse poema e penso que fui eu que escrevi pra uma pessoa... Tantas sensações dentro dessas palavras. Lindo!