quinta-feira, 23 de julho de 2009


Já passa

Copos de cerveja

Para comtemplar

O templo e o tempo da minha solidão.

Já não passa a chuva

E a luz fraca e amarelada

Deixa-me inquieto

Frente à saudade solitária

Que atrasa o tempo

Em que vivo a escrever.

2 comentários:

JURA disse...

lindo, o que passa o que fica

Guga Pitanga disse...

Tempo esse necessário para brotar palavras.

http://www.tchubaduba.blogspot.com/