terça-feira, 3 de março de 2009

Esbarro na saia do seu cabelo
De ouro que resplandece
A lua dos olhos seus e
Os átomos de minh´alma
Agitam-se em atmosferas distantes
O seu humor
O céu em humor
Há mar em tempo indefinido
Luz reluzente
Remanescente de sorriso seu
Aquele que me coloca em um trem
E vou beirando o meu infinito horizonte
As curvas da serra
Em pele clara, lábios cor de maçã.
Celestial vida ativa do meu ser
Ilusão dos olhos meus
Malícia do meu cheiro
Boca da minha boca
Notícia do querer bem que preciso.

2 comentários:

Anônimo disse...

lindo poema, lindo o preimeiro verso
referência sempre do mar

JURA

Pitango disse...

Se há uma inspiração real, esta pessoa deve estar lisongeada.

Abço
Pitango
http://www.tchubaduba.blogspot.com/